domingo, 27 de março de 2011

Parkour/ Deriva/ Flâneur/ Flash Mob

PARKOUR

Parkour é uma disciplina física de origem francesa cuja idéia é traçar um percurso ou objetivo e, por meios próprios, alcançá-lo independentemente dos obstáculos que surgirem no caminho. 

A prática recebeu esse nome em 98 quando David Belle, juntamente com os praticantes de vanguarda, trouxeram para a as ruas francesas uma adaptação para o meio urbano das técnicas de salvamento e resgate utilizadas em treinos militares. Umas das filosofias da prática é que a mesma não necessita de nenhuma estrutura ou acessórios, seu corpo é sua unica ferramenta.




DERIVA

Estar 'à deriva' é o mesmo que seguir sem rumo, sem caminhos ou ideias predefinidas, deixar-se levar.

A 'deriva' de Guy Debord é uma técnica de passagem rápida por ambientes variados e implica um comportamento lúdico-construtivo em sua execução. Ela tem um fim único: transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade construindo um espaço em que todos possam interagir na sua modificação, o que rompe com os padrões clássicos e conceituados sobre o assunto.


FLÂNEUR 


O termo "flâneur" vem do verbo francês "flâner", que significa caminhar, sendo um 'flanêur' portanto um andarilho.  O poeta Charles Baudelaire define flanêur como sendo uma pessoa que anda pela cidade com o objetivo de experimentá-la através de seus diversos sentidos, e essa teoria foi utilizada para explicar de diversas formas a sociedade moderna. O comportamento do 'flâneur' ou andarilho é uma resposta a mudança espacial histórica. O fato de ele somente se sentir em casa em uma multidão de estranhos é o preço psicológico pago pela modernização. 

FLASH MOB

Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Acontecem do nada e num curto período de tempo, realizando algo inofensivo e engraçado. A expressão se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social, o que tornou o movimento um sucesso e contribuiu para sua divulgação e ocorrência no mundo inteiro.


No início, os flash mob tinham objetivos lúdicos ou político-sociais, mas com o tempo se tornaram uma poderosa ferramenta de marketing apesar de ainda serem utilizados tendo a diversão como finalidade.



Museu da Pampulha



O museu tem um desenho muito interessante principalmente podendo vê-lo de todos os ângulos, uma vez que dependendo de onde é visto assume diversos formatos aos nossos olhos. A estátua acima me deixou bem intrigada por ser uma bela obra mas que não compõe bem a fachada oficial do museu quando vista de perto. Parece não fazer parte dali. Apesar disso, individualmente falando, a obra é interessante.

Quando vi as fotos feitas percebi que nessa que mostra toda a fachada, e inclusive a estátua acima postada, a mesma dá um efeito legal à frente do museu parecendo ser apenas o contorno de uma mulher.


Mas o que me marcou mesmo da visita foi perceber como o paisagismo contribui decisivamente nas sensações que um lugar pode transmitir. E o de Burle Marx pro Museu de Arte é um caso à parte. Incrível.

terça-feira, 22 de março de 2011

Retrato refeito e novo projeto


Como foi proposto que nossos retratos fossem refeitos e melhorados, refiz o primeiro projeto. Conversei com algumas pessoas sobre meu trabalho e, à pedidos, preenchi os olhos da Jéssica, que eram apenas uma tarja preta, e melhorei o corte da imagem dela.

Apesar disso ainda achei que o trabalho merecia uma releitura, ainda dando foco aos olhos e mantendo a ideia de montagem, e fiz uma proposta mais divertida, utilizando outra foto mas ainda fazendo uso do jogo de cores para enfatizar minha intenção. Esse é o layout de um jogo, chamado Bejeweled. Talvez alguns de vocês conheçam. Essa ideia condiz mais com a personalidade da Jéssica, uma vez que tem um ar mais espontâneo, menos sério que o outro retrato. Além disso não deixa de enfatizar a cor (ligeiramente modificada no retrato) muito viva dos olhos dela. Ainda sim, espero novas sugestões.

quarta-feira, 16 de março de 2011






Tornar públicas as impressões que temos a respeito de alguém é sempre difícil. Meu retrato é da Jéssica e mesmo conhecendo-a antes de entrar na Arquitetura, tive dificuldade na montagem do trabalho. Um pouco dispensável explicar porque dei foco aos olhos, não? Quis retratar que os olhos dela têm intensidade tamanha que parecem ter vida própria, parecem ser eles os donos da personalidade. Acredito que muito do que eu sei sobre a Jéssica descobri pelos belos olhos verdes da minha amiga.

Acho que definitivamente falta alguma coisa na montagem, só não descobri o que ainda. Se alguém tiver sugestões, vou gostar. Já tava esquecendo de citar que usei diversos programas pra chegar nesse resultado, e isso inclui o Paint, hahaha. Contei com uma ajudinha do Photoshop, claro, e do Corel Draw também. As fotos são retiradas da internet, principalmente do site olhares insólitos (http://olharesinsolitos.com).

Então é isso. Beijos a todos.