Sem muitas delongas essas são nossas dez ideias para se fazer no muro escolhido em Bichinho e ao seu redor. A situabilidade do muro é tão versátil que complica o direcionamento dessas ideias. As explicações ficam pra próxima, postando só as palavras chave.
I - Painel Dinamico
II - Muro da Diversao (Jogo da Velha, Forca, Liga-pontos, Quebra-Cabeça)
III - Tunel Sensitivo - 5 sentidos
IV - Mural
V - Guia Turistico
VI - Cantinho do Sossego
VII - Jardim
VIII - Caixas Cegas
IX - Muro Livro Livre
X - Projeçao Interativa
Ainda sim estamos bem ligadas em ideias de entretenimento. Vai ser difícil fugirmos disso.
Sofia Lages - Arquitetura UFMG
quarta-feira, 27 de abril de 2011
SketchUp Individual
Um muro perdido no meio do principal ponto de Bichinho. APAGADO, vazio, ignorado.. Será todos os olhos só se voltam para o outro lado? A cruz, as torres da Igreja? Provável. Em um espaço de cor e luz esse muro apagado chamou nossa atenção. Tamanho? Talvez. Acredito mais em TEXTURA.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Inhotim
Defina o Inhotim em uma palavra: INACREDITÁVEL. Não é possível imaginar que existe no mundo um lugar como Inhotim. Mistura de sensações, sentimentos e ideias..
A começar por um paisagismo sensacional, o Inhotim mistura, em perfeita harmonia, um conjunto botânico riquíssimo com manifestações artísticas o mais inusitadas possível.
A obra Linda do Rosário de Adriana Varejão é desperta um misto de curiosidade e angústia, exibindo um muro constituído de órgãos e vísceras humanas. Definindo em uma palavra: RECEIO.
(Foto do site http://www.inhotim.org.br)
Ao entrar na obra Desvio para o Vermelho de Cildo Meireles é impossível imaginar que por trás de tantos corações e o objetos ‘bonitinhos’ teríamos tamanho medo no fim. Se for pra definir em uma palavra seria: SURPRESA. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)
A obra Blue Tango de Miguel Rio Branco só vai ser colocada aqui pra representar minha INDIGNAÇÃO com essa pavilhão. Dispensarei mais comentários. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)
Fusquinhas de Jarbas Lopes. Eu bem queria um assim. Hahahaha.. À entrada do pavilhão Cosmococa, sensacional.
Uma das salas da Cosmococa. Não tem preço deitar numa rede vendo e ouvindo Hendrix depois de andar tanto no sol. Hahahah. Em uma palavra Cosmococa foi RELAX. Ressaltando que sou completamente contra a apologia à cocaína. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)
A começar por um paisagismo sensacional, o Inhotim mistura, em perfeita harmonia, um conjunto botânico riquíssimo com manifestações artísticas o mais inusitadas possível.‘Piscina’ na entrada da galeria de Adriana Varejão.
A obra Linda do Rosário de Adriana Varejão é desperta um misto de curiosidade e angústia, exibindo um muro constituído de órgãos e vísceras humanas. Definindo em uma palavra: RECEIO.(Foto do site http://www.inhotim.org.br)
Ao entrar na obra Desvio para o Vermelho de Cildo Meireles é impossível imaginar que por trás de tantos corações e o objetos ‘bonitinhos’ teríamos tamanho medo no fim. Se for pra definir em uma palavra seria: SURPRESA. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)
A obra Blue Tango de Miguel Rio Branco só vai ser colocada aqui pra representar minha INDIGNAÇÃO com essa pavilhão. Dispensarei mais comentários. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)
Fusquinhas de Jarbas Lopes. Eu bem queria um assim. Hahahaha.. À entrada do pavilhão Cosmococa, sensacional.
Uma das salas da Cosmococa. Não tem preço deitar numa rede vendo e ouvindo Hendrix depois de andar tanto no sol. Hahahah. Em uma palavra Cosmococa foi RELAX. Ressaltando que sou completamente contra a apologia à cocaína. (Foto do site http://www.inhotim.org.br)Uma tarde ensolarada de domingo é a cara de Inhotim: fica a dica.
Bichinho
Igreja Nossa Senhora da Penha.
Nossa escolha pra intervenção.
Oficina de Agosto: FANTÁSTICA. Uma fábrica de sonhos e ideias.
Não chegou nem a ser croqui. Rascunhíssimo. Oficina do artesão Berzé.
Desenho da percepção do ambiente de olhos vendados. Cruz pertencente a uma lápide cemitério.
Apesar de todos os pesares, mais criados do que ocorridos, o Bichinho deixou uma vontadezinha de produzir artesanado e arte. Comecemos então as execuções, não?
domingo, 27 de março de 2011
Parkour/ Deriva/ Flâneur/ Flash Mob
PARKOUR
Parkour é uma disciplina física de origem francesa cuja idéia é traçar um percurso ou objetivo e, por meios próprios, alcançá-lo independentemente dos obstáculos que surgirem no caminho.
A prática recebeu esse nome em 98 quando David Belle, juntamente com os praticantes de vanguarda, trouxeram para a as ruas francesas uma adaptação para o meio urbano das técnicas de salvamento e resgate utilizadas em treinos militares. Umas das filosofias da prática é que a mesma não necessita de nenhuma estrutura ou acessórios, seu corpo é sua unica ferramenta.
DERIVA
Estar 'à deriva' é o mesmo que seguir sem rumo, sem caminhos ou ideias predefinidas, deixar-se levar.
A 'deriva' de Guy Debord é uma técnica de passagem rápida por ambientes variados e implica um comportamento lúdico-construtivo em sua execução. Ela tem um fim único: transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade construindo um espaço em que todos possam interagir na sua modificação, o que rompe com os padrões clássicos e conceituados sobre o assunto.
FLÂNEUR

O termo "flâneur" vem do verbo francês "flâner", que significa caminhar, sendo um 'flanêur' portanto um andarilho. O poeta Charles Baudelaire define flanêur como sendo uma pessoa que anda pela cidade com o objetivo de experimentá-la através de seus diversos sentidos, e essa teoria foi utilizada para explicar de diversas formas a sociedade moderna. O comportamento do 'flâneur' ou andarilho é uma resposta a mudança espacial histórica. O fato de ele somente se sentir em casa em uma multidão de estranhos é o preço psicológico pago pela modernização.
FLASH MOB
Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Acontecem do nada e num curto período de tempo, realizando algo inofensivo e engraçado. A expressão se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social, o que tornou o movimento um sucesso e contribuiu para sua divulgação e ocorrência no mundo inteiro.
No início, os flash mob tinham objetivos lúdicos ou político-sociais, mas com o tempo se tornaram uma poderosa ferramenta de marketing apesar de ainda serem utilizados tendo a diversão como finalidade.
Museu da Pampulha
Quando vi as fotos feitas percebi que nessa que mostra toda a fachada, e inclusive a estátua acima postada, a mesma dá um efeito legal à frente do museu parecendo ser apenas o contorno de uma mulher.
Mas o que me marcou mesmo da visita foi perceber como o paisagismo contribui decisivamente nas sensações que um lugar pode transmitir. E o de Burle Marx pro Museu de Arte é um caso à parte. Incrível.
Assinar:
Comentários (Atom)






